Curso De Latim Alta Floresta D'Oeste RO

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Fisk Escola de Idiomas
(69) 3442-3950
Avenida Florianópolis 4838
Rolim de Moura, Rondônia
 
Unopar Virtual
(69) 3442-6346
Avenida Porto Velho 4876
Rolim de Moura, Rondônia
 
Farol Facudades Rolim de Moura
(69) 3442-4004
Rodovia RO-383 km 1
Rolim de Moura, Rondônia
 
Centro de Educação Profissional Delta Ltda
(69) 3442-9623
Avenida Porto Velho 4876
Rolim de Moura, Rondônia
 
Fisk
(69) 3322-1405
Avenida Major Amarante 3733
Vilhena, Rondônia
 
Wizard Escola de Idiomas
(69) 3442-2056
Avenida Fortaleza 5261
Rolim de Moura, Rondônia
 
Universidade Federal de Rondônia Campus Rolim de Moura
(69) 3442-1128
Avenida Norte Sul 7300
Rolim de Moura, Rondônia
 
Sociedade Rolimourense Educação e Cultura
(69) 3442-8099
Lin 180 km 1
Rolim de Moura, Rondônia
 
Ccaa
(69) 3521-2839
Avenida Tiradentes 1228
Jaru, Rondônia
 
Skill
(69) 3229-0458
Avenida Carlos Gomes 420
Porto Velho, Rondônia
 

Como aprender latim

Antes que alguém possa questionar o objetivo deste artigo, é preciso esclarecer que o estudo do latim não tem como única finalidade o aprofundamento no estudo do português. Em países de primeiro mundo como Alemanha, Áustria e EUA, o estudo do latim é ministrado de 5 a 9 anos, sobretudo nos cursos superiores de ciências exatas, como matemática e engenharia. Mas por quê? Que benefícios uma língua morta pode trazer à um matemático ou engenheiro?Eis o x da questão! Por tratar-se de uma língua de casos, ou seja, uma língua em que os termos sintáticos são declinados ou flexionados como o verbo em português, uma língua em que é necessária a análise das ordens em que, gramaticalmente, é possível dispor os termos numa oração, o latim tem o condão de aprimorar o intelecto, de aumentar nossa capacidade de raciocínio e nossa concentração. Daí resulta o interesse e a necessidade do estudo do latim por matemáticos, físicos e engenheiros.Quanto à pronúncia, não obstante a pronúncia restaurada, o latim consiste em uma língua morta, ou seja, sobrevive apenas em documentos, portanto, o que interessa no latim é a sua ampla literatura, quer nos versos de um Ovídio ou Homero, quer na prosa de um César ou Cícero.Não pretendo, nessas poucas linhas, ensinar uma disciplina cujo estudo requer um número considerável de lições, mas tão-somente apoiar a mão daquele que pretende dar as primeiras pinceladas nessa magnífica arte do conhecimento humano, em outras palavras, darei o amparo necessário àqueles que desejam dar os primeiros passos pelas veredas dessa ferramenta imprescindível para o desenvolvimento da inteligência.Passo a passoSabe-se que em uma oração podem ser encontrados seis termos sintáticos: o sujeito, o vocativo, o adjunto adnominal restritivo, o adjunto adverbial, o objeto direto e o objeto indireto.O sujeito de uma oração é o termo que exerce, que pratica a ação verbal, e para descobri-lo basta fazer a pergunta que ou quem praticou a ação verbal, ou seja, se a oração é Athos marcou um golaço, a pergunta a ser feita será Quem marcou um golaço? A resposta será o sujeito, ou seja: Athos.A palavra ou caso que, em latim, indica a função de sujeito chama-se nominativo. Assim, quando uma oração for traduzida do português para o latim, o sujeito deve ir para o nominativo.Vocativo é o termo que indica chamado ou apelo, como no exemplo: Henrique, saia já da rua! O termo grifado é o vocativo porque indica o apelo: o chamado por Henrique.Em latim, o termo que indica o vocativo é também chamado vocativo. Assim, quando uma oração for traduzida do português para o latim, o vocativo deve ir para o vocativo (latino, é claro).O adjunto adnominal restritivo é o termo sintático que limita, que restringe outro termo ou nome, como no exemplo: Os olhos de Pâmela são verdes. O termo grifado consiste no adjunto adnominal restritivo, porque este restringe o nome, no caso, o sujeito os olhos. Os olhos, aos quais se referem a oração, não são os de qualquer pessoa, mas somente os de Pâmela.O termo que em latim indica o adjunto adnominal restritivo, é chamado de genitivo. Assim, quando uma oração for traduzida do português para o latim, o adjunto adnominal restritivo deve ir para o caso latino genitivo.O adjunto adverbial é o termo, não exigido pelo verbo, que fornece uma circunstância de lugar, tempo, instrumento, meio, companhia, causa, matéria ou modo. Exemplos: Uma estátua de mármore. O termo grifado é um adjunto adverbial de matéria. Cantamos no karaokê. O termo grifado é um adjunto adverbial de lugar.O termo que, em latim, indica o adjunto adverbial chama-se ablativo. Assim, quando uma oração for traduzida do português para o latim, o adjunto adverbial deve ir para o caso ablativo.O objeto direto é o termo que complementa, que completa a significação de um verbo transitivo direto. Veja o exemplo: A princesa beijou o plebeu. O verbo transitivo direto ou de predicação incompleta beijar exige um complemento. Quem ou que a princesa beijou: o plebeu. Portanto, o plebeu é o objeto direto.O termo que, em latim, indica o objeto direto, é chamado de acusativo. Assim, quando uma oração for traduzida do português para o latim, o objeto direto deve ir para o acusativo.O objeto indireto é o termo que também complementa e completa um verbo de predicação incompleta, mas de forma indireta, ou seja, a ação verbal recai para ele de forma indireta, exigindo uma preposição. Veja o exemplo: A princesa correspondeu aos sentimentos do plebeu. O termo grifado constitui o objeto indireto porque completa indiretamente (por meio de preposição) a significação do verbo intransitivo corresponder. A princesa correspondeu a que? Aos sentimentos do plebeu, sendo os termos aos sentimentos o objeto indireto e do plebeu o adjunto adnominal restritivo.O termo que, em latim, indica o objeto indireto é chamado dativo. Assim, quando uma oração for traduzida do português para o latim, o objeto indireto deve ir para o caso dativo.Agora que você já sabe a correspondência entre os termos de uma oração em português e os termos de uma oração em latim, vamos explicar o que vem a ser desinência. Desinência é a parte final variável ou flexível de uma palavra. Para flexionar ou, mais propriamente, declinar uma palavra em latim, é necessário acrescentar essas desinências ao radical da palavra, de acordo com a função que ela exerça na oração.E para descobrir o radical de uma palavra latina? É simples, basta tirar a desinência do genitivo singular da palavra, o que sobrar será o radical.Vamos então à nossa primeira pincelada na língua latina. Saiba que em latim existem seis casos para os substantivos. Casos? Calma, você já sabe o que é caso, só ainda não conhece a denominação para o que já conhece. Caso é a maneira de escrever uma palavra em latim de acordo com a função que ela exerce na oração. Por exemplo, se a palavra exerce a função de sujeito, como você já aprendeu, vai escrevê-la na forma de nominativo, que é o caso latino que indica o sujeito.Os substantivos, como já havia dito, são distribuídos em seis casos, portanto, existem seis declinações ou maneiras de flexionar, ou declinar, os substantivos, dependendo do grupo ao qual pertença. Se ele pertence à primeira declinação, a desinência de seu genitivo singular será ae; se pertence à segunda declinação, a desinência de seu genitivo singular será i; se pertence à classe da terceira declinação, a desinência do genitivo singular será is; se à quarta, a desinência de seu genitivo singular será us; se pertencer à quinta declinação, a desinência do genitivo singular será ei.Veja as desinências da primeira declinação e como, na prática, é muito fácil declinar uma palavra em latim:1ª DECLINAÇÃOSINGULARPLURALNominativo aNominativo aeVocativo aVocativo aeGenitivo aeGenitivo arumDativo aeDativo isAblativo aAblativo isAcusativo amAcusativo asDeclinemos agora uma palavra em latim: victoria (que significa, em português, vitória).SINGULARPLURALNominativo – victoriaNominativo - victoriaeVocativo - victoriaVocativo - victoriaeGenitivo - victoriaeGenitivo - victoriarumDativo - victoriaeDativo - victoriisAblativo - victoriaAblativo – victoriisAcusativo – victoriamAcusativo – victoriasAssim é o latim, uma língua de casos, em que você, quaisquer que sejam as frases ou orações expressadas, precisa declinar e flexionar as classes ou termos gramaticais. Por analogia, para ter uma ideia do latim, imagine que tudo o que você falasse em português tivesse de ser conjugado, como fazemos com os verbos.Dicas de pronúnciaOs grupos vocálicos ae e oe, com poucas exceções, têm o som de é;O ch tem o som de k;O u dos grupos qu e gu é sempre pronunciado;O t, quando seguido de i breve e de mais uma vogal soa como c;O x tem sempre o som de ks;O j tem o som de i;O v soa como u;O gn soa como nh;Dado o primeiro passo, cabe a você os demais estudando a língua latina através de cursos on-line ou adquirindo uma boa gramática.*Pax vobiscum!*A paz esteja convosco!